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Essa é uma pergunta que, para mim, já tem uma resposta pronta. Mas com o tempo percebi que essa clareza não é comum para todos. E tudo bem. Afinal, nada é para todos, cada mãe e cada família vive essa experiência de forma única.
No meu caso, o filho preferido é aquele que, naquele instante, mais precisa de mim. A preferência não nasce do amor em si, mas da necessidade. É como se o coração de mãe se inclinasse, naturalmente, para onde há dor, fragilidade ou carência.
Explicando melhor: como mãe de um casal, se vejo que Laura está bem, feliz e segura, mas Pedro está passando por dificuldades ou sofrendo, naquele momento ele se torna meu filho preferido. Porque é ele quem precisa do meu olhar mais atento, do meu colo mais demorado, da minha presença mais constante.
Da mesma forma, se Pedro está em paz e Laura adoece ou enfrenta algum desafio, ela passa a ser, naquele momento, a filha preferida. Porque o amor de mãe se move com a urgência da vida. E é nesse movimento que ele se revela mais forte.
Filho é herança de Deus. É uma extensão do que somos, um pedaço da nossa alma que caminha pelo mundo fora do nosso corpo. É um amor sem medida, sem explicação e, principalmente, sem fim.
Amar um filho não é dividir o amor em partes iguais, mas se doar por inteiro a cada um, conforme a necessidade. O amor de mãe não mede, não compara, não separa. Ele simplesmente acontece, todos os dias, do jeito mais intenso, humano e verdadeiro que existe.
Demonstre esse amor pelo seu filho
Ele sempre precisará de vc !!
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