A Argentina enfrenta uma forte onda de calor neste fim de ano, com temperaturas elevadas em diversas regiões do país, especialmente na área metropolitana de Buenos Aires.
Nesta terça-feira (31), os termômetros se aproximam dos 40 °C, tornando o dia um dos mais quentes de 2025.
De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional de Buenos Aires, o fenômeno é provocado por uma massa de ar quente e seco que atua sobre o território argentino, mantendo o céu aberto e dificultando a queda das temperaturas, inclusive durante a noite.
A sensação térmica supera os valores registrados pelos termômetros, ampliando o desconforto da população.
O calor intenso afeta diretamente a rotina dos moradores. Praças, parques e áreas sombreadas tornam-se refúgios improvisados, enquanto cresce o consumo de energia elétrica com o uso de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado. Em algumas regiões, há registro de sobrecarga no sistema elétrico e interrupções no fornecimento de energia.
Autoridades de saúde reforçam os alertas para os riscos associados às altas temperaturas, especialmente para idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. A recomendação é manter hidratação constante, evitar exposição ao sol nos horários mais críticos e redobrar os cuidados com a saúde.
Especialistas destacam que eventos de calor extremo têm se tornado cada vez mais frequentes na Argentina e em outros países da América Latina, em um contexto de mudanças climáticas e padrões meteorológicos mais intensos.
A previsão indica que o calor deve persistir nos primeiros dias de janeiro, com possibilidade de alívio gradual apenas com a chegada de instabilidades e chuvas isoladas.