O ano de 2026 começa no Brasil sob clima de festa e grandes encontros. De Norte a Sul, cidades organizam eventos públicos para marcar a virada, reunindo milhões de pessoas em celebrações que misturam música, cultura e a expectativa por novos ciclos.
No Rio de Janeiro, a chegada de 2026 é celebrada em grande estilo. O tradicional réveillon carioca conta com 13 palcos e cerca de 70 atrações espalhadas pela cidade. A estimativa da prefeitura é de que aproximadamente 5 milhões de pessoas participem dos eventos, movimentando R$ 3,34 bilhões na economia local. Só em Copacabana, os 4,5 quilômetros de orla recebem mais de 2 milhões de pessoas.
Além dos shows, o público acompanha um espetáculo inédito de tecnologia e arte. Um balé de 1,2 mil drones faz coreografias no céu, formando imagens, rostos, paisagens cariocas e frases simbólicas, em sincronia com o som distribuído ao longo da orla. A tradicional queima de fogos também entra para a história: 19 balsas lançam fogos por 12 minutos, a maior e mais longa exibição já realizada na praia.
Em Copacabana, três palcos concentram a programação principal, localizados nas imediações da Rua República do Peru, da Rua Anchieta (voltado para o Forte do Leme) e em frente ao Copacabana Palace, no Posto 2. Para comemorar o ano novo, shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso, seguidos por Belo e Alcione. Após a virada, a festa continua com João Gomes e Iza, DJ Alok e, encerrando a noite, a escola de samba Beija-Flor de Nilópolis.
Outros dez palcos ficam distribuídos por diferentes regiões da cidade, reforçando a proposta de descentralização da festa e permitindo que a chegada de 2026 seja celebrada em vários pontos do Rio.
Com música, tecnologia e grandes encontros, o Brasil dá as boas-vindas a 2026 celebrando a diversidade, a cultura e a força das festas populares que marcam o início de um novo ano.