Queima de fogos em Bangkok, na Tailândia;
Enquanto o Brasil ainda se despede de 2025, o calendário já virou para 2026 em países como Emirados Árabes Unidos, Japão, China e Tailândia. O avanço do fuso horário faz com que a chegada do novo ano aconteça em diferentes momentos ao redor do planeta, antecipando celebrações, balanços e expectativas em diversas regiões.
No Rio, o réveillon carioca contará com 13 palcos e 70 atrações. A estimativa da prefeitura é de que cerca de 5 milhões de pessoas participem dos eventos na cidade, movimentando R$ 3,34 bilhões na economia local. Apenas em Copacabana, os 4,5 quilômetros de orla devem receber mais de 2 milhões de pessoas na noite da virada.
Além da música, o público vai assistir a um espetáculo inédito de imagens. Um balé de 1,2 mil drones fará coreografias no céu, desenhando rostos, paisagens cariocas e frases simbólicas, em sincronia com o som espalhado por alto-falantes ao longo da orla. A queima de fogos também será histórica: 19 balsas lançarão fogos durante 12 minutos, a mais longa e volumosa exibição já realizada na praia.
Em Copacabana, três palcos concentram a programação: na altura da Rua República do Peru, da Rua Anchieta (voltado para o Forte do Leme) e o principal, em frente ao Copacabana Palace, no Posto 2. É ali que se apresentam os principais nomes da noite, a partir das 20h, com Gilberto Gil e Ney Matogrosso, seguidos por Belo e Alcione. Após a virada, sobem ao palco João Gomes com Iza, o DJ Alok e, para encerrar, a escola de samba Beija-Flor de Nilópolis.
Outros dez palcos estarão distribuídos por diferentes regiões da cidade, ampliando o alcance da festa e descentralizando a programação. Confira a programação completa .