Instituto de Garantias Penais (IGP) renova diretoria

Após 16 anos de atuação ininterrupta, IGP planeja novos voos

Por: Redação
07/07/2025 às 15h34 Atualizada em 09/07/2025 às 18h58

Fundado em 2009, o Instituto de Garantias Penais (IGP), entidade civil sem fins lucrativos com sede em Brasília e atuação nacional, voltada à promoção, defesa e fortalecimento dos direitos e garantias fundamentais nas ciências criminais, inicia uma nova fase com gestão renovada, que aposta na articulação técnica com os Poderes da República e na produção jurídica especializada.

advogado Francisco Agosti

Sob a presidência do advogado criminalista Francisco Agosti, a diretoria do biênio 2025–2027 assume com o compromisso de reposicionar o IGP como um ator relevante no debate público e jurídico nacional, atuando de forma propositiva perante o Supremo Tribunal Federal (STF), Congresso Nacional, o Poder Executivo, e a sociedade civil.

“A nova gestão tem a missão de dar continuidade ao trabalho feito pelas anteriores e ampliar a atuação do IGP perante os três poderes, em especial reforçando o diálogo com o Parlamento e contribuindo com propostas legislativas e técnicas que aprimorem o sistema de justiça criminal”, afirma Francisco Agosti, presidente do Instituto.

A nova diretoria executiva também é composta por Larah Brahim (vice-presidente), Gustavo Mascarenhas (secretário-geral), Mariana Beda (diretora tesoureira), André Colares (diretor social e de eventos), Lucas Toledo (diretor de publicações) e Matheus Chiocheta (diretor de relações institucionais). O Conselho Deliberativo da Gestão 2025–2027, por sua vez, será composto pelos fundadores do Instituto: Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso, Délio Fortes Lins e Silva, Getúlio Humberto, Eduardo de Vilhena Toledo e Thiago Brügger Bouza.

Comissões temáticas devem organizar os trabalhos e promover frentes de atuação em três eixos principais:

● Poder Judiciário: Atuação como amicus curiae em ações com repercussão constitucional na área penal e processual penal;

● Poder Legislativo: Elaboração de notas técnicas, propostas legislativas e participação em audiências públicas;

● Sociedade civil e meio acadêmico: Realização de debates, conferências, publicações e encontros com operadores do Direito e autoridades públicas.

Entre as iniciativas previstas, o IGP pretende lançar um anuário com os principais textos e ações desenvolvidas, além de organizar reuniões e almoços semestrais com lideranças dos Três Poderes. A proposta é colocar o Instituto como interlocutor técnico e político nas discussões sobre garantias penais no país.

A Diretoria Executiva convida antigos e novos associados a participarem ativamente desta nova etapa, marcada pelo engajamento com as grandes pautas da justiça criminal no Brasil.

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Magly SerbnHá 1 ano São PauloQue essa nova fase do IGP seja marcada pelo diálogo qualificado, pela atuação técnica e pelo compromisso com a justiça e os direitos humanos. Desejo boa sorte ao Doutor Francisco Agosti e equipe
Adv Matias SoarHá 1 ano BrasíliaA reativação do IGP fortalece as garantias penais e contribui para uma justiça mais equilibrada. Sucesso!
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