Oi, gente!
Volto hoje aqui com um tema que me deixa muito feliz. Mas, como tudo que escrevo é também um pouco do que sinto, talvez esse texto sirva para vocês como reflexão também.
Eu sempre enxerguei a minha casa como um espaço de amor, paz e acolhimento. Por isso, sempre tive vontade de voltar para dentro dela. Depois de um dia longo de trabalho, depois de uma viagem, ou até mesmo em um final de semana em que não quero sair para lugar nenhum.
Porque casa, para mim, não é só parede, teto e decoração. É onde sinto o cuidado de Deus em cada detalhe. É onde agradeço, descanso, me recomponho e encontro forças para continuar. É onde a vida acontece de verdade.
É o lugar onde temos aquele cantinho de leitura, as conversas demoradas ao redor da mesa, o banho longo depois de um dia cansativo… É onde choramos sozinhos, de porta trancada, e também onde dividimos nossas maiores alegrias.
É onde compartilhamos sentimentos, criamos memórias e construímos histórias. Acho que isso também vale para o espaço físico.
Aquela casa que a gente sonhou, imaginou, comprou, construiu, reformou… tudo aquilo passa a carregar um pedacinho da nossa história.
Recentemente, fizemos algumas mudanças por aqui: trocamos papéis de parede, tecidos, cortinas, piso, mexemos na varanda… fomos melhorando, transformando e deixando tudo ainda mais com a nossa cara.
E vou confessar uma coisa: para mim, está no nível de Casa Cor!
Mas, mesmo que alguém olhe e pense que existe uma casa mais bonita, mais sofisticada ou mais luxuosa por aí, para mim, essa é a melhor casa que existe.
Porque ela é a minha casa. Foi essa que eu consegui comprar. Foi essa que eu sonhei. Foi nessa que investi meu trabalho, meus sonhos e tantos momentos da minha vida.
E talvez seja justamente isso que torne uma casa tão especial: não é o quanto ela custa, o tamanho que ela tem ou o nome de quem assinou o projeto.
É o tanto de vida que existe dentro dela.
É a oração feita na cozinha.
É a risada na sala.
É o abraço no corredor.
É a conversa na mesa.
É o silêncio quando precisamos ficar sozinhos.
É a família reunida.
É o cheiro de casa.
É a sensação de abrir a porta e pensar: “cheguei.”
No fim, a gente não mora apenas em uma casa. A gente mora nas memórias que constrói dentro dela. E talvez o maior luxo de todos seja esse: ter um lugar para onde o coração sempre queira voltar.
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